O secretário Carlos Martins dá continuidade as negociações com o sindicato e apresenta proposta que contempla o plano de carreira e remuneração dos servidores.
Representantes do Sindicato dos Servidores da Fazenda (Sindsefaz) se reuniram na manhã desta segunda-feira, 20 de outubro, com o secretário estadual, Carlos Martins, na secretaria da Fazenda, para apreciar a proposta do governo do estado que trata do plano de carreira e remuneração dos servidores. As planilhas com os números exatos referentes aos reajustes e acréscimos às remunerações e gratificações das categorias dos auditores fiscais, agentes de tributos e técnicos administrativos foram entregues ainda na segunda-feira ao sindicato.
A proposta do governo do estado, apresentada às categorias em assembléia realizada no mesmo dia, inclui um reajuste linear nos anos de 2009 e 2010, entre 5,5 e 6 por cento e um acréscimo de 3 por cento de ganho real sobre o salário base de todos os servidores, estabelecendo assim, um ganho real de 10 por cento para os servidores ativos e de 16 por cento para os aposentados.
Na próxima quarta-feira (22) a diretoria do sindsefaz se reunirá com representantes do departamento de recursos humanos da secretaria de Administração do Estado para debater a proposta de estabelecer uma gratificação específica para os servidores das áreas da saúde e da fazenda.
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa, deputado estadual Zé Neto, que foi convidado para a assembléia junto com o vereador eleito em Salvador, Moisés Rocha, e a deputada federal Alice Portugal, reafirmou seu compromisso com os fazendários e com essa categoria que demonstrou lealdade e prudência no momento do debate com o governo. “Temos a obrigação de fazer a boa interlocução e para isso, não se engane, estaremos sempre a disposição”, salientou o parlamentar.
De acordo com o deputado, esse momento é decisivo para a política de estado e não só de governo, na medida em que se fala de uma política de carreira para todo o Estado da Bahia. “Nós defendemos o que desde o ínício era nosso propósito, o avanço em relação aos técnicos do fisco e da categoria. Se o IAF não consegue compreender a dimensão dessa política de estado, é uma pena que eles fiquem fora de uma conquista tão imensa.Tenhamos apenas consciência de que o ontem, o hoje e o amanhã estabelece o Estado que teremos daqui para frente”, ressaltou Zé Neto.